03/12/2010

PREFEITO ROBERTO ABOBRINHA ELEITO PRESIDENTE DA CISLAGOS

O prefeito de Machado, Professor Roberto Órfão de Morais foi eleito na tarde dessa sexta-feira (03) presidente da CISLAGOS (Consórcio Intermunicipal de Saúde dos Municípios da Região dos Lagos do Sul de Minas Gerais). Seu mandato começará a vigorar a partir do dia primeiro de janeiro de 2011.

Atualmente o Cislagos atende a uma população de aproximadamente 550.000 habitantes, o qual é composto pelos municípios de Alfenas, Alpinópolis, Alterosa, Arceburgo, Areado, Bandeira do Sul, Botelhos, Cabo Verde, Campestre, Campo do Meio, Campos Gerais, Carmo do Rio Claro, Carvalhópolis, Conceição da Aparecida, Divisa Nova, Elói Mendes, Fama, Guaranésia, Guaxupé, Juruaia, Machado, Monte Belo, Muzambinho, Nova Resende, Paraguaçu, Poço Fundo, São Pedro da União e Serrania.

A sede administrativa está localizada no município de Alfenas, com posição geográfica estratégica e de fácil acesso aos municípios consorciados. A cidade destaca-se também por ser sede de duas universidades com grande número de cursos na área de saúde.

24/11/2010

Bandidos incendeiam Corcel 72 no Rio e dono agradece emocionado...

Sentado no meio fio enquanto olhava o seu velho Corcel 72 pegando fogo, o pedreiro Antônio Bernardo era a imagem da felicidade. “Me livrei dessa tranqueira”, comemorava ele, enquanto o que restava do carro era consumido pelas chamas. “Eu agora vou poder ter uma vida. Esse carro levava tudo o que eu tinha”, disse o pedreiro. Ele contou que não tinha coragem de se desfazer do veículo e ninguém queria comprá-lo. O pedreiro, que é evangélico e, em vez do adesivo “Foi Deus quem me deu” usava no carro um escrito “Foi o que capeta que me deu”.
(Otileno Junior, do Jornal Sensacionalista)

19/11/2010

Greve de anões ameaça deixar caixas eletrônicos sem dinheiro e máquinas de venda paradas

O Sindicato dos Anões ameaça entrar em greve na próxima semana e pode causar transtornos à população. Segundo o Sindicato, caso não seja aprovado um aumento de 25% os anões não trabalharão mais dentro de caixas eletrônicos, máquinas de venda e de entrega de cartão de estacionamento. “Estamos ganhando um salário 60% menor do que um trabalhador de estatura normal. O tamanho não justifica o salário menor. Nossas necessidades são iguais às de todos”, disse o presidente do sindicato, André da Silva Ribeiro, conhecido como Gigante.
(Leonardo Lanna e Otileno Junior, do Jornal Sensacionalista)

Deu no Jornal Hoje, da Rede Globo: um jovem e um juiz de futebol baianos convivem com apito dentro do corpo

Parece que está virando moda...

Adolescente engole apito e quando tosse emite um som diferente.

Há um mês o menino de 15 anos engoliu o apito de um brinquedo no interior da Bahia. Apesar do susto, o jovem passa bem e está fora de perigo.


Um mês já passou e o adolescente ainda convive com o apito no corpo. O objeto é tão pequeno que nem aparece na radiografia. Na avaliação dos médicos, o apito deve estar escondido em alguma parte das vias respiratórias.
O estudante Carlos Alves, de 15 anos brincava com uma tartaruga de borracha quando resolveu botar na boca um apito que fica dentro do brinquedo. “Fui brincar lá fora, de repente puxei forte pra dentro, aí inspirei e entrou no local respiratório. Quando eu tusso muito dói, quando eu respiro sinto muita gastura e dói quando eu respiro fundo”, conta Carlos Alves, estudante.

Carlos foi transferido de Itabuna, no sul da Bahia, para um hospital em Salvador. O menino foi examinado e vai passar por outros exames de raio x. Ainda nesta quinta-feira ele deverá ser submetido a um procedimento médico para a retirada do apito.

“O paciente deve ser operado para retirar esse corpo estranho através de broncoscopia, um procedimento que não é necessário abertura do tórax”, explica o médico.

Dona Zélia confia no sucesso da cirurgia. Quer ver o filho voltando pra casa sem o incômodo objeto que não para de apitar.
(Globo.com)

Médicos retiram apito introduzido em corpo de árbitro por torcedores
O árbtrio brasileiro Josias José de Lima, que tinha um apito no corpo, acaba de receber alta de um hospital em Salvador, Bahia. Ele passou por uma intervenção cirúrgica para a retirada do apito, que foi introduzido em seu corpo por torcedores. O tal apito chamava muito a atenção porque soava toda vez que Josias ia ao banheiro.

“Era um grande incômodo”, disse Josias, que ficou conhecido por marcar um pênalti no círculo central do campo e expulsar por “simulação” um jogador que foi assassinado com uma faca por um adversário . “Os torcedores do CRSA de Feira de Santana acabaram me agarrando e colocaram esse apito em mim, e ficou difícil. Agora dá para respirar e ir ao banheiro aliviado”.

(Marcelo Z., do Jornal Sensacionalista)

16/11/2010

Cão médium psicografa latidos de Lassie e Rin Tin Tin

Um cão da raça Shitzu vem chamando atenção em Campina Grande, na Paraíba. Desde a semana passada, o animal, chamado Flufy, tem apresentado latidos diferentes dos usuais, sempre de olhos fechados e num aparente transe. Seu dono, o ascensorista José Luiz Silveira, tentou todos os veterinários da cidade. Como nenhum deles chegou a um diagnóstico, Flufy foi levado a um centro espírita.

Foi quando o mistério foi desvendado: o cão é médium e os latidos diferentes são dos astros caninos de cinema Lassie e Rin Tin Tin, respectivamente um Collie e um Pastor Alemão. Desde então, filas de curiosos tem se formado na porta da casa de Silveira. A maioria de donos de cães que já morreram, ávidos por ouvir os latidos de seus animais que já se foram.

Até o fim do mês, Flufy deverá ir ao Programa do Jô Soares, já na semana que vem. O Programa Fantástico também gravou uma matéria com o (agora) famoso cão matogrossense, que deve ir ao ar no próximo domingo na Rede Globo.

(Desiree Aparecida, do Jornal Sensacionalista)

15/11/2010

"O povo assistiu àquilo bestializado"

Artigo de Aristides Lobo, publicado em 1889 e que vale à pena ser lido no dia da Proclamação da República
Legenda da Foto:
El Rey, nosso senhor e amo, dorme o sonno da... indifferença. Os jornaes, que diariamente trazem os desmandos desta situação, parecem produzir em S. M. o efeito de um narcótico. Bem aenturado senhor! Para vós o reino do céo e para o nosso povo, o do inferno.
O artigo de Aristides Lobo, publicado em forma de carta no “Diário Popular”, descreve como o povo do Rio de Janeiro assistiu à proclamação da República pelo marechal Deodoro - bestializado, como se presenciasse uma parada militar. O artigo foi escrito na própria tarde de 15 de novembro de 1889 e veio à luz na edição do dia 18. Em tempo: Aristides Lobo era republicano.
Cartas do Rio*
ACONTECIMENTO ÚNICO
Rio de Janeiro, 15 de novembro de 1889.

Eu quisera poder dar a esta data a denominação seguinte: 15 de Novembro, primeiro ano de República; mas não posso infelizmente fazê-lo. O que se fez é um degrau, talvez nem tanto, para o advento da grande era.

Em todo o caso, o que está feito, pode ser muito, se os homens que vão tomar a responsabilidade do poder tiverem juízo, patriotismo e sincero amor à liberdade.

Como trabalho de saneamento, a obra é edificante. Por ora, a cor do Governo é puramente militar, e deverá ser assim. O fato foi deles, deles só, porque a colaboração do elemento civil foi quase nula.

O povo assistiu àquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava.

Muitos acreditaram seriamente estar vendo uma parada.

Era um fenômeno digno de ver-se.

O entusiasmo veio depois, veio mesmo lentamente, quebrando o enleio dos espíritos.

Pude ver a sangue-frio tudo aquilo.

Mas voltemos ao fato da ação ou do papel governamental. Estamos em presença de um esboço, rude, incompleto, completamente amorfo.

Bom, não posso ir além; estou fatigadíssimo, e só lhe posso dizer estas quatro palavras, que já são históricas.

Acaba de me dizer o Glycerio que esta carta foi escrita, na palestra com ele e com outro correligionário, o Benjamim de Vallonga.

E no meio desse verdadeiro turbilhão que me arrebata, há uma dor que punge e exige o seu lugar - a necessidade de deixar temporariamente, eu o espero, o Diário Popular.

Mas o que fazer? O Diário que me perdoe; não fui eu; foram os acontecimentos violentos que nos separaram de momento.

Adeus.
(Aristides Lobo)

* Cartas do Rio era o título da coluna que o jornalista mantinha no Diário Popular.

Obs: Artigo reproduzido do Jornal Sul das Gerais do último sábado.